sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Na mira da mídia - A "ética" tucana em questão
Por Ana Célia Pinheiro
Bacamarte no tucupi: Mário Couto pede que STF investigue patrimônio de parlamentares. Mas esquece mansão em Cuiarana e dinheiro derramado no clube Santa Cruz. Bens do senador triplicaram entre 2001 e 2005, época em que presidiu a Assembléia Legislativa do Pará. Em apenas dois processos a que responde na justiça estadual, rombo na Alepa alcançaria R$ 16 milhões.
Parece coisa do Alienista, que internou meio mundo na Casa Verde de Itaguaí e, ao final, descobriu que quem precisava de internação era ele.
Na última terça-feira (30), o senador Mário Couto Filho, do PSDB, provocou frisson ao defender, em discurso no Senado, que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise a evolução patrimonial de deputados e senadores. Segundo Couto, as Vossas Excelências são ladrões.
(Leia aqui: http://oglobo.globo.com/pais/senador-tucano-chama-colegas-de-ladroes-provoca-revolta-6586433 E aqui: http://oglobo.globo.com/pais/depois-de-chamar-colegas-de-ladroes-mario-couto-cobrado-dar-nomes-6599404).
A investigação acerca da evolução patrimonial dos parlamentares é, de fato, uma excelente sugestão. Especialmente, se começar pelo próprio Mário Couto.
E o ponto de partida pode ser a Vila de Cuiarana, a 8 quilômetros da sede do município de Salinópolis, Nordeste do Pará.
Lá, o senador costuma passar os finais de semana em um casarão cujo terreno ocupa uma quadra inteira da avenida São Pedro. Só a estrutura da caixa d’água, em concreto, tem o equivalente a uns quatro andares. Haveria, também, um campo de futebol.
Em Cuiarana, é voz corrente que o casarão pertence a Mário Couto.
Para ler mais, clique aqui.
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